quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ESTRESSE ENGORDA

Tensão libera hormônio que impede
emagrecimento
Consuelo Dieguez




O stress tem sido apontado como responsável por boa parte das doenças que afligem o homem moderno. Agora, entra na lista de mazelas mais um (e terrível) efeito colateral: o stress engorda. E não apenas porque o estressado costuma atirar-se avidamente sobre uma torta de chocolate. Num processo perverso, a vítima pode engordar mesmo com a boca fechada. O processo corre a sua revelia, porque a tensão contínua faz o organismo liberar, em maior quantidade, dois hormônios responsáveis pela obesidade – a adrenalina e a cortisona. Quanto mais tensão, maior o risco de engordar. Pior. Esse tipo de obesidade invariavelmente desencadeia doenças como diabetes, hipertensão arterial, infarto e derrame.
Ganhar peso é conseqüência conhecida por quem toma remédios à base de corticóides. Mas só recentemente foi estabelecida uma associação direta entre o nível de cortisona, o stress e a obesidade. O autor da descoberta é o médico Per Björntorp, do Departamento de Doenças do Coração da Universidade Göteborg, na Suécia, que esteve em dezembro no Rio de Janeiro para um congresso de endocrinologia, no qual apresentou sua pesquisa aos brasileiros. Ao analisar a taxa de cortisona em pessoas submetidas à mesma carga de stress durante um dia normal de trabalho, Björntorp descobriu que algumas liberavam muito mais hormônio que outras. O teste foi feito com a coleta de saliva em várias fases do dia, e o resultado foi surpreendente.
O médico observou a existência de três grupos. No primeiro, o nível de cortisona subiu em situações estressantes e logo voltou ao normal. Nesse grupo estavam indivíduos magros e sem problemas de colesterol ou açúcar. No segundo, a taxa cresceu muito e demorou a regredir. Foram registradas alterações de colesterol, açúcar e pressão arterial, além de maior número de obesos. No terceiro grupo, o nível de cortisona manteve-se alto. Foi ali que houve maior incidência de problemas de peso, pressão arterial e taxas altas de colesterol e açúcar. Quando investigou as razões de tamanha variação, o médico descobriu que as pessoas mais sensíveis ao stress têm alterações no gene receptor da cortisona.
As pesquisas de Björntorp ganharam, recentemente, um reforço importante. A equipe do endocrinologista Amélio Godoy, do Instituto de Endocrinologia e Diabetes do Rio de Janeiro, decidiu averiguar o comportamento das glândulas supra-renais – que secretam hormônios responsáveis pelo metabolismo – em pacientes com obesidade provocada por stress. Godoy verificou que, se muito estimuladas pela produção de cortisona, essas glândulas, que ficam acima dos rins, aumentam de tamanho. Por esse motivo, a gordura concentra-se no abdome. A equipe de Amélio Godoy descobriu ainda que, em boa parte dos casos, as pessoas que têm esse tipo de obesidade engordaram a partir de choques emocionais, como a perda de um parente querido.
"Em muitos casos, identificamos um gatilho para desencadear a obesidade", explica Godoy, que divide o stress em dois tipos. No primeiro, a tensão instala-se, mas existe reação para sair de uma situação incômoda. No outro, está o grande perigo. As pessoas simplesmente desistem de lutar. Normalmente, quem reage dessa forma cai em depressão e sofre das mesmas alterações nos níveis de cortisona provocadas pelo stress, com idênticas conseqüências: desequilíbrio nas taxas de colesterol e de açúcar e obesidade. Por isso, Godoy considera fundamental os médicos reconhecerem que o stress e a depressão levam à obesidade. "A reação de muitos profissionais é dizer que o paciente está gordo porque come demais", diz. O resultado são regimes severíssimos ou cheios de modismos. Mas a verdade é que outros fatores podem estar contribuindo para a gordura. O paciente pode não mostrar um quadro de stress ou de depressão, mas estar vivendo "na penumbra da doença", como diz Godoy.
O tratamento indicado para esse tipo de obesidade não se restringe à orientação alimentar. Inclui táticas de defesa contra a tensão, como mais tempo para o lazer, relaxamento, terapia e até o uso de um antidepressivo moderado. A administradora de empresas carioca Cilene Cukierman, de 51 anos, já havia tentado vários tipos de dieta. Ela costumava engordar justamente nos momentos de maior tensão, como quando seus filhos foram morar sozinhos. Cilene iniciou um tratamento com Godoy há um mês e, além de fazer dieta, está tomando antidepressivo. Já emagreceu 10 quilos. "Nunca vou ser modelo, mas quero me sentir bem com o meu corpo. E isso está começando a acontecer", comenta.

Sinais de alerta
Os sintomas abaixo são característicos da obesidade provocada por stress. Se tiver qualquer um deles, procure um médico
Gordura mais concentrada na região do abdome, nas coxas e nos braços
Doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes
Depressão
Fome compulsiva à noite
Aumento de peso após algum trauma, como separação, morte de parente próximo, desemprego
Fonte: Instituto de Endocrinologia e Diabetes do Rio de Janeiro

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

ESTRESSE PODE ENGORDAR

Ficar contando calorias, pensar no jantar em pleno almoço e ficar no supermercado a verificar os rótulos de cada produto estressa e pode engordar.

Resolveu começar uma dieta e está toda empolgada a contar as calorias que consome. Tudo bem, enquanto isso não for algo que a comece a aborrecer. Ou seja, enquanto for um hábito saudável e não deixar de participar em programas sociais por causa disso, pode considerar-se uma mulher normal. Mas se começar a ficar neurótica com a balança, esqueça. O seu antídoto contra os quilos a mais pode virar-se contra si, sem que perceba. Por isso, muitas pessoas que seguem rigorosamente a dieta, muitas vezes, não conseguem perder gramas.

Quando estamos com o nosso estado emocional muito alterado, a glândula supra renal liberta cortizol na corrente sanguínea. Essa substância faz com que a pessoa engorde sem comer em grande quantidade. Além do factor hormonal, há outro ponto muito importante quando falamos em ganhar peso ao preocupar-se demais com a dieta alimentar: o controle do impulso compulsivo. “Comer é um prazer e se a pessoa não está bem por algum motivo, ela utiliza essa sensação de bem-estar ao comer como uma substituição. Passa a comer de forma emocional e não fisiológica”, explica a nutricionista Claudete Rocha Luz. “A diferença é que uma pessoa em estado ‘normal’ come correctamente, em horários adequados e guiados pela necessidade do organismo. A compulsiva sente necessidade de comer o tempo todo, não importa o que e geralmente em grande quantidade”, diz a especialista.

Além disso, o stress pode engordar. “O stress pode alterar o peso, o sono e a pressão arterial, inclusive, causando diversas doenças recorrentes”, diz Ana Paula Ragonlia, endocrinologista da Clínica Cirúrgica Plástica e Beleza. Algumas pessoas quando estão muito ansiosas engordam e outras, emagrecem. “Há relação de ansiedade com algumas hormonas que podem alterar o peso, a pressão arterial e até manifestar doenças após um stress”, revela a médica.

Nem neurótica, nem compulsiva

Não adianta também desistir do regime e começar a comer tudo o que apanha pela frente e ficar feliz por isso! Claro que se começar a comer sem parar, não praticar actividade física e exagerar nas quantidades, vai engordar. Aliás, comer por felicidade apenas, engorda de certeza.

Ser compulsivo atrapalha não só a vida social e o controle do peso na balança. Na verdade, esse estado faz com que qualquer dieta não dê certo. Por isso, algumas pessoas compulsivas não conseguem ver-se livre do efeito iô-iô. “O paciente compulsivo precisa de um tratamento multidisciplinar que conta com a ajuda de um nutricionista, um endocrinologista e um psicólogo”, explica Claudete.

Dicas práticas

Procurem diagnosticar quando comem por fome ou por vontade;
não passe a vontade, se está com desejo de comer um doce, coma, mas em pouca quantidade e use a lei do equilíbrio
Se exagerar no almoço, coma pouco ao jantar;
Para controlar a ansiedade, escolha atividades como ioga ou pilates, assim troca o prazer de comer pelo bem-estar do seu corpo;
Divirta-se, capriche no visual e seja feliz! O seu corpo vai agradecer!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Viver...

Compreendi que viver é ser livre...
Que ter amigos é necessário...
Que lutar é manter-se vivo... Que pra ser feliz basta querer...
Aprendi que o tempo cura... Que magoa passa... Que decepção não mata...
Que hoje é reflexo de ontem...
Compreendi que podemos chorar sem derramar lagrimas...
Que os verdadeiros amigos permanecem...
Que dor fortalece... Que vencer engrandece...
Aprendi que sonhar não é fantasiar...
Que pra sorrir tem que fazer alguém sorrir...
Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos...
Que o valor está na força da conquista...
Compreendi que as palavras tem força...
Que fazer é melhor que falar...
Que o olhar não mente...
Que viver é aprender com os erros...
Aprendi que tudo depende da vontade...
Que o melhor da vida é viver...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Drogas – Destruição da Vida

O consumo de drogas causa, certamente, uma sensação agradável. Caso contrário, as pessoas não a consumiriam. Mas as consequências são tão graves e provocam tanto sofrimento que nenhum toxicômano se lançaria nessa viagem sem volta se, ao iniciar o consumo de drogas, tivesse total consciência dos efeitos que estas iriam provocar no seu próprio organismo e nas suas relações com a sociedade.
Um jovem, iludido, por promessas vai para a solução dos seus problemas, a maioria deles, inerentes à adolescência, começa a experimentar drogas leves e em pequenas doses. Ao aceitar um primeiro “charro” ignora, ainda, que está a dar o primeiro passo para um precipício que acabará por destruí-lo.
As primeiras perturbações manifestam-se rapidamente e ele torna-se ocioso, perde o gosto por todo esforço físico. Todos os prazeres e interesses da vida vão-se perdendo. A alegria, a curiosidade, a sensibilidade, o respeito pelos outros e a sexualidade vão, progressivamente, desaparecendo.
Entretanto caiu numa teia em que imperam fortes interesses capitalistas. O vício rapidamente se instala: a dose vai aumentando e a força da droga também. O jovem torna-se um toxicodependente. Como a droga é muito cara, o toxicômano, que não pode passar sem ela, paga-a qualquer preço e torna-se capaz de cometer crimes para obter as doses de que necessita.
O viciado torna-se um destroçado físico e moral. A sua recuperação será muito difícil, mesmo com a ajuda de curas de desintoxicação.
Presentemente, é importante que os jovens tenham conhecimento que lhes permitam compreender a complexidade que é esta problemática, de forma a facilitar a criação de mecanismos de defesa nas situações de risco de consumo.
A ligação de jovens e adolescentes com drogas é vivida diariamente por milhares de famílias no seu dia a dia.
“Cada ser humano tem uma história diferente. Não existe uma fórmula que explique como e por que um jovem procura as drogas. No entanto, é possível dizer que o abuso de drogas por adolescentes é uma das consequências da cultura imediatista, desapaixonada e carente de novas idéias e ideais que vivemos nos últimos anos”, afirma o psicoterapeuta Flávio Gikovate, autor de livros como “Drogas, opção de perdedor” e “A arte de educar”.
A dependência das drogas é semelhante a comportamentos como comer ou consumir compulsivamente, que também cresceram muito nos últimos anos. Vivemos em uma sociedade onde estimula a dependência e que reprime os gestos autônomos com muito rigor, fazendo com que as pessoas busquem conforto em algo de que dependem.
Especialmente nas ultimas décadas, desde que as drogas passaram a ser moda, diversas pesquisas cientificas tentam identificar o motivo que levam os seres humanos a recorrerem às drogas: a influência do grupo? A insegurança diante da vida? A necessidade de amenizar a dor ou a fome? A busca do prazer? Na verdade, o homem pode buscar a droga por todos estes motivos, mas, entre os adolescentes, a droga tem uma relação direta com a falta de perspectivas, com o tédio, com a dificuldade de lidar com a vida de forma responsável. Não se sabe ao certo se estes aspectos são as causas ou efeitos da droga, mas um adolescente com pouco interesse pela vida e pelos relacionamentos humanos está mais propenso a procurá-la.
Muitos jovens e adultos que se dirigem aos centros de tratamento para pedir ajuda referem que querem deixar a droga, mas não conseguem viver sem ela e acrescentam ainda que a droga já não lhes dá qualquer prazer, contudo, a falta dela provoca um enorme vazio. Durante o tratamento o toxicodependente confronta-se com uma situação muito complicada: precisa afastar-se da droga que consumiu abusivamente à vida e reconquistar a confiança em si e nos outros, assim como o gosto pela vida. Este percurso é, muitas vezes, interrompido por recaídas, pois a dependência psicológica da droga é difícil de ser resolvida.
Todo o uso de drogas, lícitas ou ilícitas, tem conseqüências que em alguns causos podem ser insignificantes e negligenciados, mas que em outros casos assumem proporções bastante graves. Um simples copo de vinho ou um cigarro podem ser os objetos de uma primeira experiência que pela repetição pode ter efeitos graves em um futuro mais ou menos distante, ou até mesmo durante o período em que se está sob sua influência.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

ESTUDO: Gays e outros HSH são mais escolarizados, têm maior poder aquisitivo e acessam mais o serviço público de saúde que os homens em geral

Entre os gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) entrevistados em 10 cidades brasileiras, o nível de escolaridade é mais alto do que os homens em geral. Dos 3.610 homens que responderam ao levantamento, 52,2% possuem 11 anos ou mais de escolaridade. Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade (PCAP), de 2008, mostra que, entre os homens em geral esse índice é de apenas 25,4%. Entre eles, o maior percentual varia de 4 a 7 anos de estudo (40,1%). Os dados foram divulgados hoje durante o VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e o I Congresso Brasileiro das Hepatites Virais.
Nos últimos 12 meses, 23,5% dos gays e outros HSH fizeram o teste de HIV. Segundo a PCAP 2008, menos da metade (11,2%) dos homens em geral foram testados no mesmo período. Chama a atenção o maior percentual de gays e outros HSH que realizam a testagem nos serviços públicos de saúde: 66,7% deles receberam o diagnóstico para o HIV em centros de testagem e aconselhamento ou na rede pública de saúde. Na população masculina em geral, segundo a PCAP 2008, esse percentual é de 40,6%. Veja a apresentação do estudo.
Questionados sobre sua percepção de risco, os outros HSH também demonstram maior nível de informação. Entre aqueles que se testaram alguma vez na vida, 53,9% o fizeram porque achavam que tinham algum risco de ter se infectado ou por “curiosidade” de saber sua condição sorológica. Entre os homens em geral, 32,7% procuraram o serviço de diagnóstico por essas razões.
Utilizando-se de metodologia em que cada entrevistado funciona como “semente” e leva o pesquisador a outros entrevistados, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde realizou estudo com o público HSH em: Manaus, Recife, Salvador, Curitiba, Itajaí, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande e Brasília. O critério para a participação na pesquisa foi possuir 18 anos ou mais e ter tido pelo menos uma relação sexual com um homem nos últimos 12 meses. O levantamento foi coordenado pela pesquisadora Ligia Kerr, da Universidade Federal do Ceará.
Os gays e outros HSH também utilizam com maior frequência os serviços de saúde para testes de HIV e acesso a preservativos do que a média da população masculina do país. Em relação a acesso ao preservativo, 76,9% dos gays e outros HSH declararam ter recebido camisinhas gratuitamente nos últimos 12 meses. Sessenta e seis por cento dos HSH tiveram acesso ao preservativo em um serviço público de saúde, 10,7% em uma organização não governamental e 9,9% na escola. Entre os homens em geral, esse índice é bem menor (33,9%).
A pesquisa comprova que o Projeto Saúde e Prevenção nas escolas (SPE) é um dos canais de acesso do jovem ao preservativo. O SPE é um projeto do Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação e consiste em levar ações de prevenção às instituições de ensino do país.
Uso do preservativo
Entre os gays e outros HSH de 25 a 64 anos, 78,9% usaram preservativo na primeira relação sexual, contra 21,6% dos homens em geral, na mesma faixa etária. Entretanto, o uso da camisinha na última relação sexual (nos últimos 12 meses) com parceria casual cai para 59,6%, praticamente o mesmo percentual dos homens em geral, que é 56,9%.
Em relação à população mais jovem, a pesquisa traz um alerta. Os jovens gays e outros HSH utilizam o preservativo em menor proporção que os jovens homens em geral: 53,9% deles utilizaram a camisinha na primeira relação sexual, enquanto 62,3% dos jovens homens em geral a usaram na primeira vez.
Nas relações nos últimos 12 meses com parceiro fixo, 29,3% dos jovens gays e outros jovens HSH utilizaram o preservativo. Nos jovens em geral, a média é de 34,6%. Em relações com parceiros casuais, os jovens gays e outros HSH fizeram uso do preservativo em 54,3% dos casos, resultado similar ao encontrado nos jovens em geral (57%).
Os resultados da pesquisa corroboram os últimos dados epidemiológicos lançados no final do ano passado pelo Ministério da Saúde. Na faixa etária de 13 a 19 anos, entre os meninos, há mais casos de aids por transmissão homossexual (33,5%) do que heterossexual (28,3% ).
Prevalência
A taxa de prevalência do HIV na população de gays e outros HSH com mais de 18 anos das 10 cidades pesquisadas foi de 10,5%. O dado encontrado é consistente com estudos anteriormente realizados em algumas cidades do Brasil e característico de uma epidemia concentrada. Nos Estados Unidos, por exemplo, a prevalência na população HSH é de 9,1%, bastante similar à brasileira. A prevalência na população masculina brasileira de 15 a 49 anos é estimada em 0,8%. A taxa de prevalência de sífilis durante a vida encontrada na pesquisa com gays e outros HSH foi de 13,4%.
Estigma e discriminação
Os resultados da pesquisa realizada com os gays e outros HSH evidenciam que o preconceito está presente na vida dessa população. Um total de 29,6% dos entrevistados afirmou já ter sofrido discriminação por causa da orientação sexual alguma vez; 44,5% disseram ter sido xingados e 12,4% já foram agredidos fisicamente. Mais da metade deles (51,3%) disseram já ter sido discriminados no trabalho, 28,1% na escola ou faculdade e 13% em algum ambiente religioso.
Atendimento à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 9221-2546/3306-7024 / 7010 / 7016
Site: www.aids.gov.br - E-mail: imprensa@aids.gov.br

terça-feira, 22 de junho de 2010

BULLYNG

Características comuns de um agressor:

• Geralmente é fisicamente mais forte que sua vítima;
• Sente prazer e satisfação em dominar, controlar e causar danos e sofrimentos a outros;
• Pode ser hiperativo, impulsivo, ou ter outros distúrbios de comportamento;
• Possui tendência maior para adotar comportamentos de risco;
• Não respeita as diferenças entre as pessoas, principalmente aquelas relacionadas à aparência física;

Fonte: Ministério Público

sábado, 19 de junho de 2010

A LÍNGUA PORTUGUESA AGRADECE

Engajado,imaginativo e sem medo da polêmica,José Saramago (1922-2010)colocou nosso idioma no mapa-múndi da melhor literatura contemporânea.
"Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne,e sangra todo dia". Adeus, José Saramago.