quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O que é Hebiatria ?

Hebiatria

Refererência à deusa grega da juventude.
Hebe: filha de Zeus e Hera. Etimologicamente a palavra HEBIATRA é formada pelo antepositivo HEB + o pospositivo IATRA. Heb(e) antepositivo, do grego - hêbé,és - juventude, adolescência; vigor da mocidade. Iatra
pospositivo, do grego - iatrós,oû - 'médico', com interveniência do fr. -iatre

A especialidade começou a ganhar corpo na década de 50 nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, existe desde 1974 no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Segundo a (OMS) Organização Mundial de Saúde, adolescência é o período entre os 10 e 20 anos de idade.

Por que a necessidade de um médico para os adolescentes?
Do ponto de vista biológico, nenhuma outra etapa da vida extra-uterina é marcada por tantas mudanças rápidas como a adolescência. E o crescimento e desenvolvimento são muito peculiares, bem diferentes da infância e da vida adulta. Além das mudanças físicas, o jovem também modifica sua forma de pensar, de encarar o "novo mundo". Movido pela curiosidade, muitas vezes ele pode se expor a riscos, principalmente quando está com o grupo de amigos.

O que abrange a consulta do hebiatra?
É um momento em que o adolescente se sente à vontade para colocar suas dúvidas e preocupações em relação a tantas mudanças desta fase. Na consulta com o hebiatra surgem questões referentes a drogas, à sexualidade (o primeiro beijo, a primeira relação sexual), preocupações com o corpo, alimentação, exercícios físicos exagerados, etc. O hebiatra acompanha o desenvolvimento físico prevenindo ou tratando doenças e atua também discutindo questões relacionadas às esferas social e psicológica. Entre outros cuidados, ao contrário do que muitos imaginam, o programa de vacinação não é exclusivo da infância. Os adolescentes também precisam estar adequadamente imunizados.

Genômica Nutricional

A Nutrigenômica ou Genômica Nutricional representa o estudo das interações entre a nutrição (dieta) e o genoma, ou seja, é o termo utilizado para se referir à maneira como a alimentação regula a expressão ou função dos genes contidos no interior de cada uma de nossas células.

Dieta → Expressão Gênica


A nutrigenômica pode ser mais bem explicada considerando-se 5 pontos:

1- Sob certas circunstâncias e em alguns indivíduos, a dieta pode ser um sério fator de risco para um número razoável de doenças;

2- Compostos alimentares podem atuar sobre o genoma, seja direta ou indiretamente, para alterar a expressão ou a estrutura dos genes;

3- O grau com que a alimentação influencia o equilíbrio entre os estados de saúde e doença pode depender das características genéticas de cada pessoa;

4- Alguns genes regulados pela dieta podem influenciar o início, a progressão e, ou severidade das doenças crônicas;

5- A intervenção alimentar baseada no conhecimento das necessidades nutricionais, estado nutricional e conjunto de genes do indivíduo, por meio da nutrição personalizada, podem ser usados na prevenção, atenuação e, em um futuro próximo, na cura de doenças crônicas instaladas.

O que os estudos dizem?

Os estudos nesta área da ciência, que procuram elucidar como os alimentos estimulam ou inibem expressão dos genes, são de fundamental importância já que cada indivíduo é diferente, e cada expressão um padrão de genes. Tais pesquisas permitem conhecer o mecanismo de ação dos nutrientes e de compostos biologicamente ativos, contidos nos alimentos, e seus efeitos benéficos para a saúde e as causas alimentares que podem levar às doenças, principalmente as crônicas. Com isso, a nutrigenômica fornece ferramentas para prevenir e tratar doenças por meio da alimentação.

Vale ressaltar que devido às diferenças individuais, não existe uma dieta única ou um único programa de exercícios que funcione para todas as pessoas. Cada indivíduo deve encontrar o programa mais eficiente para seu organismo.

Aproximadamente 40 micronutrientes são necessários para a saúde humana. A ingestão deficiente de alguns nutrientes específicos tem sido associados ao desenvolvimento de Doenças Cardiovasculares (DCV) (vitaminas do complexo B, vitamina E,carotenóides), câncer (folate, carotenoids), defeitos do tubo neural (folate), e osteoporose (vitamin D).

A ingestão de gorduras saturadas é correlacionada com o aumento da LDL (colesterol ruim), o principal alvo tratado para a redução do risco de DCV. Além disso, as gorduras saturadas podem contribuir para a obesidade e diabetes, uma vez que estas doenças também são caracterizadas por alteração dos níveis lipídios do sangue.

Simples ou complexos os carboidratos são degradados em diferentes taxas e, por esta razão, têm diferentes efeitos sobre as concentrações de glicose do sangue. Os carboidratos presentes em alimentos, como por exemplo, na batata ou no tomate são degradados mais lentamente, enquanto que os encontrados no açúcar refinado são degradados mais rapidamente a glicose, aumentando sua concentração no sangue e conseqüentemente a demanda de insulina.

Quanto à proteína, os processos de cocção tais como fritar, cozinhar, assar e grelhar pode alterar a composição química da carne e de outros alimentos e, em alguns casos, pode ocorrer à produção de agentes que levam ao câncer.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

15 de outubro Dia do Professor

Para refletir:

A qualidade de vida de um povo está intimamente ligada ao valor dado ao professor. Pense na importância dada por você a este profissional e em quantas pessoas que você conhece que assistem a “Malhação” diariamente. Uma coisa tem a ver com a outra. São as prioridades dadas às nossas vidas: livros ou ídolos; educação ou político analfabeto; valores ou negligência; prestação de um carro ou óculos do filho; carro do ano ou a mensalidade do curso de inglês. Somos reflexo de nossas escolhas e o país é a extensão da nossa casa.


Viver a plenitude do magistério é edificar a casa na rocha...é fazer história... é conquistar cidadania, é ajudar a entender a vida.

Que a data de amanhã seja um dia reflexivo sobre a missão do SER PROFESSOR(A)!
Felicitações pelo seu dia!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PARA REFLETIR:

EU ME AMO.
TU TE AMAS?
ELE SE AMA!
VAMOS NOS AMAR MAIS?
NÓS NOS CUIDAMOS
NÓS PARTICIPAMOS
PORQUE PARTICIPAMOS
É QUE NOS CUIDAMOS MELHOR.
“PAPOS CABEÇA”,
INFORMAÇÃO,
DIÁLOGO – CONECIMENTO
INSTRUMENTOS/MEIOS
CONVENCIMENTO!

SOMOS RESPONSÁVEIS
ATITUDE NOVA É NECESSÁRIA
NÃO É POSSÍVEL QUE
SE SOMOS O PRESENTE
E O FUTURO
NOS DEIXEMOS ENGANAR,
LEVAR,
ACHAR.
É QUESTÃO DE ATITUDE
MINHA
TUA
DELE (A)
NOSSA!!!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

SE LIGUE! NÃO ENTRE EM FRIA!

Bobagens que se ouve em qualquer esquina:

SER HOMEM é conquistar, ter mais liberdade para vivenciar os prazeres sexuais e o lazer, não menstruar, não engravidar, não ser responsável pelos serviços domésticos, sentimento de posse, contar para os outros as conquistas, ter melhor emprego e salário.
SER MULHER é fingir orgasmo, estar sempre bela, ter mais sensibilidade, ser intuitiva, engravidar, amamentar, ser vaidosa, poder acariciar as amigas sem ficar rotulada, ser cuidada, ser frágil.
Você precisa mudar seus conceitos.
O importante é ressignificar as qualidades ditas masculinas e femininas para todos os humanos, independente do sexo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ESTRESSE ENGORDA

Tensão libera hormônio que impede
emagrecimento
Consuelo Dieguez




O stress tem sido apontado como responsável por boa parte das doenças que afligem o homem moderno. Agora, entra na lista de mazelas mais um (e terrível) efeito colateral: o stress engorda. E não apenas porque o estressado costuma atirar-se avidamente sobre uma torta de chocolate. Num processo perverso, a vítima pode engordar mesmo com a boca fechada. O processo corre a sua revelia, porque a tensão contínua faz o organismo liberar, em maior quantidade, dois hormônios responsáveis pela obesidade – a adrenalina e a cortisona. Quanto mais tensão, maior o risco de engordar. Pior. Esse tipo de obesidade invariavelmente desencadeia doenças como diabetes, hipertensão arterial, infarto e derrame.
Ganhar peso é conseqüência conhecida por quem toma remédios à base de corticóides. Mas só recentemente foi estabelecida uma associação direta entre o nível de cortisona, o stress e a obesidade. O autor da descoberta é o médico Per Björntorp, do Departamento de Doenças do Coração da Universidade Göteborg, na Suécia, que esteve em dezembro no Rio de Janeiro para um congresso de endocrinologia, no qual apresentou sua pesquisa aos brasileiros. Ao analisar a taxa de cortisona em pessoas submetidas à mesma carga de stress durante um dia normal de trabalho, Björntorp descobriu que algumas liberavam muito mais hormônio que outras. O teste foi feito com a coleta de saliva em várias fases do dia, e o resultado foi surpreendente.
O médico observou a existência de três grupos. No primeiro, o nível de cortisona subiu em situações estressantes e logo voltou ao normal. Nesse grupo estavam indivíduos magros e sem problemas de colesterol ou açúcar. No segundo, a taxa cresceu muito e demorou a regredir. Foram registradas alterações de colesterol, açúcar e pressão arterial, além de maior número de obesos. No terceiro grupo, o nível de cortisona manteve-se alto. Foi ali que houve maior incidência de problemas de peso, pressão arterial e taxas altas de colesterol e açúcar. Quando investigou as razões de tamanha variação, o médico descobriu que as pessoas mais sensíveis ao stress têm alterações no gene receptor da cortisona.
As pesquisas de Björntorp ganharam, recentemente, um reforço importante. A equipe do endocrinologista Amélio Godoy, do Instituto de Endocrinologia e Diabetes do Rio de Janeiro, decidiu averiguar o comportamento das glândulas supra-renais – que secretam hormônios responsáveis pelo metabolismo – em pacientes com obesidade provocada por stress. Godoy verificou que, se muito estimuladas pela produção de cortisona, essas glândulas, que ficam acima dos rins, aumentam de tamanho. Por esse motivo, a gordura concentra-se no abdome. A equipe de Amélio Godoy descobriu ainda que, em boa parte dos casos, as pessoas que têm esse tipo de obesidade engordaram a partir de choques emocionais, como a perda de um parente querido.
"Em muitos casos, identificamos um gatilho para desencadear a obesidade", explica Godoy, que divide o stress em dois tipos. No primeiro, a tensão instala-se, mas existe reação para sair de uma situação incômoda. No outro, está o grande perigo. As pessoas simplesmente desistem de lutar. Normalmente, quem reage dessa forma cai em depressão e sofre das mesmas alterações nos níveis de cortisona provocadas pelo stress, com idênticas conseqüências: desequilíbrio nas taxas de colesterol e de açúcar e obesidade. Por isso, Godoy considera fundamental os médicos reconhecerem que o stress e a depressão levam à obesidade. "A reação de muitos profissionais é dizer que o paciente está gordo porque come demais", diz. O resultado são regimes severíssimos ou cheios de modismos. Mas a verdade é que outros fatores podem estar contribuindo para a gordura. O paciente pode não mostrar um quadro de stress ou de depressão, mas estar vivendo "na penumbra da doença", como diz Godoy.
O tratamento indicado para esse tipo de obesidade não se restringe à orientação alimentar. Inclui táticas de defesa contra a tensão, como mais tempo para o lazer, relaxamento, terapia e até o uso de um antidepressivo moderado. A administradora de empresas carioca Cilene Cukierman, de 51 anos, já havia tentado vários tipos de dieta. Ela costumava engordar justamente nos momentos de maior tensão, como quando seus filhos foram morar sozinhos. Cilene iniciou um tratamento com Godoy há um mês e, além de fazer dieta, está tomando antidepressivo. Já emagreceu 10 quilos. "Nunca vou ser modelo, mas quero me sentir bem com o meu corpo. E isso está começando a acontecer", comenta.

Sinais de alerta
Os sintomas abaixo são característicos da obesidade provocada por stress. Se tiver qualquer um deles, procure um médico
Gordura mais concentrada na região do abdome, nas coxas e nos braços
Doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes
Depressão
Fome compulsiva à noite
Aumento de peso após algum trauma, como separação, morte de parente próximo, desemprego
Fonte: Instituto de Endocrinologia e Diabetes do Rio de Janeiro

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

ESTRESSE PODE ENGORDAR

Ficar contando calorias, pensar no jantar em pleno almoço e ficar no supermercado a verificar os rótulos de cada produto estressa e pode engordar.

Resolveu começar uma dieta e está toda empolgada a contar as calorias que consome. Tudo bem, enquanto isso não for algo que a comece a aborrecer. Ou seja, enquanto for um hábito saudável e não deixar de participar em programas sociais por causa disso, pode considerar-se uma mulher normal. Mas se começar a ficar neurótica com a balança, esqueça. O seu antídoto contra os quilos a mais pode virar-se contra si, sem que perceba. Por isso, muitas pessoas que seguem rigorosamente a dieta, muitas vezes, não conseguem perder gramas.

Quando estamos com o nosso estado emocional muito alterado, a glândula supra renal liberta cortizol na corrente sanguínea. Essa substância faz com que a pessoa engorde sem comer em grande quantidade. Além do factor hormonal, há outro ponto muito importante quando falamos em ganhar peso ao preocupar-se demais com a dieta alimentar: o controle do impulso compulsivo. “Comer é um prazer e se a pessoa não está bem por algum motivo, ela utiliza essa sensação de bem-estar ao comer como uma substituição. Passa a comer de forma emocional e não fisiológica”, explica a nutricionista Claudete Rocha Luz. “A diferença é que uma pessoa em estado ‘normal’ come correctamente, em horários adequados e guiados pela necessidade do organismo. A compulsiva sente necessidade de comer o tempo todo, não importa o que e geralmente em grande quantidade”, diz a especialista.

Além disso, o stress pode engordar. “O stress pode alterar o peso, o sono e a pressão arterial, inclusive, causando diversas doenças recorrentes”, diz Ana Paula Ragonlia, endocrinologista da Clínica Cirúrgica Plástica e Beleza. Algumas pessoas quando estão muito ansiosas engordam e outras, emagrecem. “Há relação de ansiedade com algumas hormonas que podem alterar o peso, a pressão arterial e até manifestar doenças após um stress”, revela a médica.

Nem neurótica, nem compulsiva

Não adianta também desistir do regime e começar a comer tudo o que apanha pela frente e ficar feliz por isso! Claro que se começar a comer sem parar, não praticar actividade física e exagerar nas quantidades, vai engordar. Aliás, comer por felicidade apenas, engorda de certeza.

Ser compulsivo atrapalha não só a vida social e o controle do peso na balança. Na verdade, esse estado faz com que qualquer dieta não dê certo. Por isso, algumas pessoas compulsivas não conseguem ver-se livre do efeito iô-iô. “O paciente compulsivo precisa de um tratamento multidisciplinar que conta com a ajuda de um nutricionista, um endocrinologista e um psicólogo”, explica Claudete.

Dicas práticas

Procurem diagnosticar quando comem por fome ou por vontade;
não passe a vontade, se está com desejo de comer um doce, coma, mas em pouca quantidade e use a lei do equilíbrio
Se exagerar no almoço, coma pouco ao jantar;
Para controlar a ansiedade, escolha atividades como ioga ou pilates, assim troca o prazer de comer pelo bem-estar do seu corpo;
Divirta-se, capriche no visual e seja feliz! O seu corpo vai agradecer!