terça-feira, 15 de março de 2011

A importância do Ômega-3 na capacidade mental

O cérebro humano representa apenas 2% do nosso peso total, mas usa aproximadamente 20% do oxigênio consumido por todo nosso corpo quando está em repouso. Ele é um órgão complexo que só recentemente tem sido desvendado.

Você já sabe que os alimentos que comemos influenciam o nosso corpo. Mas o que você não sabe ainda é que eles podem ter muito mais do que uma simples influência no funcionamento do nosso cérebro.

O humor, a motivação e a performance mental estão intimamente ligados aos alimentos que ingerimos. Estudos mostram cada dia mais que algumas substâncias contidas em determinados alimentos podem aumentar a capacidade mental.

Mais de 20% do cérebro é constituído de substâncias gordurosas que desempenham importantes funções. A saúde do nosso cérebro depende não só da quantidade de gordura que ingerimos, mas principalmente do tipo de gordura.

A performance mental exige um tipo específico de gordura encontrado mais freqüentemente em peixes, conhecidos como ácidos graxos Omega-3.

Os ácidos graxos Omega-3 são conhecidos por serem componentes fundamentais da membrana externa das células cerebrais. É através dessa membrana que todos os sinais nervosos fluem.

Então a presença de Omega-3 cria um ambiente ideal para a troca rápida de "mensagens" entre as células do nosso cérebro. Se o cérebro para de receber Omega-3, ele procura se adaptar a essa deficiência. Como conseqüência ele fica "preguiçoso" e as respostas passam a ser mais lentas. Quando esse comportamento é repetido dia-após-dia, o cérebro passa a encarar esse novo estado como sendo o seu novo padrão normal de funcionamento.

É aí que problemas de memória, alterações de humor e dificuldades de aprendizado podem se tornar freqüentes.

Estudos mostram que o consumo regular de Omega-3 está ligado aos seguintes benefícios:
Boa concentração;
Boa memória;
Motivação;
Boas habilidades motoras;
Boa velocidade de reação;
Neutralização do stress;
Atividade antiinflamatória;
Atividade anti-trombos (entupimento dos vasos sanguíneos);
Redução dos níveis de colesterol;
Redução da tensão arterial.
Os benefícios do omega 3 estendem-se para a redução do risco de desenvolver diversas doenças, incluindo:

Diabetes;
Acidente vascular cerebral (derrame);
Artrite reumatóide;
Asma;
Síndromes inflamatórias intestinais (colites);
Alguns tipos de cancro;
Declínio mental.
Além de todos esses benefícios para o cérebro, o Omega-3 atua na redução dos níveis de triglicérides e conseqüentemente reduzir os riscos de doença do coração.

As fontes principais de Omega-3 são os peixes de águas profundas e frias (salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha, truta) e os óleos de peixe.

Para quem não gosta ou não inclui os peixes ou os óleos de peixe no cardápio, as sementes de linhaça e o óleo de linhaça são as melhores alternativas como fonte de Omega-3. Com os avanços tecnológicos, hoje já encontramos Omega 3 em cápsulas concentradas.

Além de todos esses benefícios para o cérebro, o Omega-3 atua na redução dos níveis de triglicérides e conseqüentemente reduzir os riscos de doença do coração.

Fonte: corpoperfeito.com.br

quarta-feira, 9 de março de 2011

SINTOMAS E FASES DA AIDS

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV - tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. Esse período varia de 3 a 6 semanas. E o organismo leva de 8 a 12 semanas após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.
A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.
Com o freqüente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 - glóbulos brancos do sistema imunológico - que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais comuns são: febre, diarréia, suores noturnos e emagrecimento.
A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a AIDS. Quem chega a essa fase, por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer. Por isso, sempre que você transar sem camisinha ou passar por alguma outra situação de risco, faça o teste!

Fonte: www.aids.gov.br

8 de Março - Dia internacional da Mulher, Parabéns!!!

SAÚDE DA MULHER
A manutenção da boa saúde da mulher exige uma série de cuidados e atitudes preventivas. Cada mulher tem uma história e uma bagagem hereditária que devem ser analisadas cuidadosamente com a supervisão de um médico, para garantir uma vida saudável e sem surpresas.
Nesta página os temas sobre saúde estão setorizados para facilitar a pesquisa.
Alertamos, porém, que nenhuma informação dispensa a confirmação, orientação e o tratamento de um médico especialista. Ainda que o artigo encontrado pareça perfeito para você, não adote nenhum tratamento sem consultar seu médico. Cada pessoa tem sua história e suas características. Só seu médico pode dizer quanto eles podem reagir com qualquer medida que você adotar.
Curiosidades
Sem destino
Você sente dores pelo corpo todo e não sabe a razão? Caminhe. As dores podem ser sintomas de fibromialgia, uma doença que atinge 5% da população provocada pelo mau funcionamento do mecanismo que regula a dor no corpo. Para melhorar os sintomas, geralmente acompanhados de depressão e ansiedade, o melhor é andar. A conclusão é de Valéria Valim, que fez um estudo com 80 mulheres de 18 a 65 anos que têm a doença. Metade delas fez alongamento três vezes por semana e outro grupo caminhou na mesma freqüência. As que caminharam sentiram-se mais dispostas, a ponto das outras, com invejam, pedirem para trocar de grupo. Para o reumatologista Jamil Natour, o chefe do setor de coluna Vertebral da Universidade Federal de São Paulo, que coordenou o estudo, a caminhada é ideal porque alivia não só as dores como diminuem os problemas emocionais dos pacientes.

Gás e Álcool
Evitem alternar drinques com bebidas não - alcoólicas gasosas, com àgua tonica e soda. É que o gás transporta o álcool para o sangue mais rapidamente, informa a médica Beatriz Cotrim. Isso vale também para o champanhe, a cerveja, os vinhos frisantes e todos os alcoólicos com gás.

Veneno para pressão alta
As pesquisas sobre o veneno da jararaca feitas pelos brasileiros Maurício Rocha e Silva e Sergio Ferreira foram o ponto de partida para o desenvolvimento do captoprill, um dos remédios mais usados em todo o mundo para tratar a hipertensão. Eles descobriram que esse veneno estimula a liberação da brandicina, substância que provoca queda da pressão arterial.

Coma antes de voar
Fazer uma refeição leve antes de embarcar no avião pode evitar desmaios e problemas cardíacos durante o vôo. Segundo Makoto Matsumura, médico e pesquisador da escola de medicina Saitama (japão), a ingestão de alimentos e de bebidas não - alcoólicas aumenta a saída de sangue do coração, garantindo o fornecimento de oxigênio para o cérebro e o próprio coração.
Fonte: Folha Equilíbrio

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Para Refletir:

"As circunstâncias estavam contra mim; eu valia muito mais do que aquilo que fui; é certo que não tive nenhum grande amor ou nenhuma grande amizade, mas porque não encontrei um homem nenhuma mulher dignos de tal sentimento; se não escrevi livros muito bons, foi porque não tive tempo suficiente para fazê-los." (Jean-Paul sartre, 1905-1980)

sábado, 15 de janeiro de 2011

Certos amigos - Expresso Rural

Quando esse trem de alegria vara a vida da gente
Sempre que a estação mais perto é o nosso coração
Difícil se saber na hora o que a gente sente
Se certos amigos nos mostram que o mundo ainda é bom
Por saber,
Que tendo você do meu lado me sinto mais forte
Quero beijar o teu rosto e pegar tua mão
Se cada estrela no céu é um amigo na terra
A força do acaso do encontro é uma constelação

Lumiar,
De que planeta você é?
Eu faço o que você quiser em troca do teu amor
Posso te dar o que eu sou, amigo é um cobertor
Bordado de estrelas - de estrelas.
Constelação, nave louca
A vida é pouca e o que vale é se querer

sábado, 4 de dezembro de 2010

Obrigado Renato Russo...

Por - pelo menos ter tentado - nos ensinar que é preciso amar como se não houvesse amanhã; que a felicidade mora aqui, com a gente, até a segunda ordem; e que quando se aprende a amar, o mundo passa a ser nosso. Nos ensinar que é a verdade que assombra, o descaso que condena e a estupidez que destrói, que disciplina é liberdade, compaixão é fortaleza e quando se tem coragem, tem bondade. E por sempre, sempre, falar que não devemos deixar que nos digam que não vale a pena acreditar no sonho que nós temos. Por nos ensinar, também, que se quisermos alguém em quem confiar, devemos confiar em nós mesmos. E por nunca cansar de nos lembrar que todo mundo sabe, ninguém quer mais saber. Por entender nossa carência, nossa procura por alguém que um dia possa nos dizer que quer ficar só conosco. Por nos entender quando dizemos que se o mundo é parecido com o que vemos, preferimos acreditar no mundo do nosso jeito; por insistir que se entregar é uma bobagem e que o vento leva sempre tudo embora. (...)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A super bactéria

A bactéria Escherichia coli cultivada em uma placa de petri (stock.xchng)

“A necessidade por novas opções terapêuticas para o tratamento de infecções por bactérias multirresistentes é reconhecida pela comunidade científica", explica Ana Gales, professora de infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O alerta sobre o aparecimento de uma superbactéria resistente a quase todos os antibióticos e capaz de se espalhar pelos países do globo suscitou o medo do surgimento de uma nova pandemia – poucos dias após o anúncio da OMS sobre o fim da pandemia de gripe A (H1N1). Especialistas acreditam que a situação merece atenção, mas não há necessidade de alarmismo e mudanças no cotidiano das pessoas. “É preciso esclarecer para a população que o conceito de ‘super’ bactéria não quer dizer que é uma bactéria capaz de destruir tudo e deixar todos doentes. É um termo que utilizamos para explicar que é uma bactéria resistente a antibióticos”, explica Luiz Fernando Aranha Camargo, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein.
Em artigo publicado pela revista científica Lancet na quarta-feira, um grupo de cientistas chamou a atenção para o isolamento de um gene (NDM-1) em dois tipos comuns de bactérias - Klebsiella pneumoniae e Escherichia coli (E.coli). Essa mutação é responsável por tornar as duas bactérias resistentes aos principais grupos de antibióticos, os carbapenens – normalmente utilizados como última tentativa em tratamentos de emergência em pacientes em que os antibióticos não fazem mais efeito.
De acordo com os cientistas britânicos, as bactérias foram levadas ao Reino Unido por pacientes que viajaram à Índia e ao Paquistão para a realização de cirurgias eletivas (cirurgias que podem ser agendadas), inclusive estéticas. “É uma bactéria que pode viajar por causa da globalização, mas ela é transmitida dentro de um ambiente hospitalar”, explica Camargo.
Segundo Ana Gales, professora de infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o grande problema de infecções causadas por bactérias como essas é que geralmente “restam pouquíssimas opções terapêuticas”. Há uma disponibilidade bastante restrita de drogas para o tratamento de infecções por bactérias resistentes e faltam estudos na área para saber sobre a eficácia delas.
“A necessidade por novas opções terapêuticas para o tratamento de infecções por bactérias multirresistentes é reconhecida pela comunidade científica. Tanto que existe uma iniciativa da Sociedade Americana de Doenças Infecciosas, que resumidamente sugere que os governos americano e europeus se comprometam no desenvolvimento de pelo menos novas dez drogas antimicrobianas até 2020”, explica Gales.
Prevenção – Em tese, o controle da resistência bacteriana é simples: pode ser feito a partir do o uso de luvas e aventais, até a simples higienização das mãos. A dificuldade é que nem sempre as orientações são seguidas. “A resistência bacteriana é um problema de saúde pública. Qualquer pessoa pode ser vítima de um acidente, ou ter câncer, necessitar de internação hospitalar e acabar adquirindo uma bactéria multirresistente”, diz Gales.
Para Camargo, os hospitais precisam ficar atentos ao alerta emitido pela Lancet. “Os hospitais precisam atualizar seus mecanismos para que estejam prevenidos quando essas bactérias chegarem ao país”, afirma.